Gostaríamos de escutá-lo: conte-nos a sua história para o Mês do Orgulho

Junho é o mês do orgulho no mundo inteiro e constitui uma oportunidade para refletir sobre os obstáculos que os integrantes da comunidade LGBTQ+ continuam enfrentando no âmbito profissional.

O espaço de trabalho tem um impacto direto sobre o bem-estar das pessoas por muitas razões. Uma delas é porque lá passamos a maior parte do nosso tempo. Além disso, o emprego traz à tona questões como a estabilidade financeira e a contribuição que gostaríamos de fazer para a sociedade. Porém, para as pessoas da coletividade LGBTQ+ é comum sofrer situações de discriminação e assédio nesse ambiente.

Um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) salienta que, muito frequentemente, as formas de discriminação começam mesmo na etapa da escolarização, e isso acaba reduzindo as perspectivas de emprego. A razão subjacente às diversas formas de exclusão tem a ver com a prevalência de uma cultura heteronormativa ou a crença social de que o “normal” é ser heterossexual.

A discriminação sofrida por esta comunidade tem uma correlação na remuneração e nas oportunidades de desenvolvimento em uma empresa. Um estudo realizado em diferentes países demonstrou que os homens homossexuais recebem, em média, salários 11% mais baixos do que os heterossexuais, e que essa diferença salarial afeta ainda mais as pessoas bissexuais e trans. As mulheres LGBTQ+ estão sub-representadas em cada degrau da cadeia de comando, além de serem as maiores vítimas de assédio e microagressões no escritório. Dentro da coletividade, as pessoas trans são as que mais percebem que sua orientação ou gênero constituem um empecilho para seu progresso.

Fomentar a inclusão no âmbito do trabalho tem a ver com garantir o cumprimento de direitos e o bem-estar das pessoas, e também enriquece as próprias empresas e seus integrantes, de uma perspectiva tanto humana quanto produtiva. Isso se deve a que a diversidade em uma equipe de trabalho promove a inovação e a incorporação de novas perspectivas à hora de procurar soluções. Com efeito, um estudo  destaca que a homofobia e a transfobia terminam custando 1% do PIB de cada país.Nesse contexto, e adiantando-nos ao Mês do Orgulho, nós, da Globant, gostaríamos de conhecer a sua história: quais experiências você vivenciou ao longo de sua carreira profissional como membro da comunidade LGBTQ+? Como você conseguiu se impor ou sobrepor a situações de desigualdade ou discriminação? Quais providências você acredita que podem ser tomadas pelos indivíduos ou pelas companhias para promover uma maior inclusão no âmbito do trabalho? Sobre a base desses testemunhos, vamos preparar um conteúdo especial para o Mês do Orgulho.

Conte-nos a sua história aqui.

Gostaria de me inscrever com meu endereço de e-mail para receber comunicações da Globant com atualizações, recursos valiosos e dicas úteis.
Li e concordo com as Políticas de Privacidade referidas acima
Posted on